TOP 5

LIVROS CLÁSSICOS

27 de janeiro de 2020.

Neste TOP 5 vamos dar dicas de Livros Clássicos. 

E o que são Clássicos? São livros que apresentam características marcantes da época em que foram escritos, mas que não perderam seu valor. Vamos conhecer alguns?

 

01- O MÁGICO DE OZ

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Bata os calcanhares três vezes e torne seu maior desejo realidade!

Os eternos personagens de L. Frank Baum: Dorothy, Espantalho, Homem de Lata, Leão e o pequeno Totó na aventura pela infinita estrada de tijolos amarelos em busca do Grande Oz.

Esses personagens belos, inesquecíveis, repletos de carisma e fantasia, que povoam o imaginário de gerações de leitores estão de volta nesta edição da Coleção Eternamente Clássicos - que traz ao público uma seleção de obras que estarão para sempre em nossas memórias e corações.

02- MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS

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“Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.” Com essas palavras, o narrador de Memórias Póstumas de Brás Cubas resume a sua vida.

O tom assumido na obra, bem como as técnicas empregadas na composição romanesca, são alguns dos fatores que justificam o lugar de Machado de Assis entre os maiores escritores do século XIX.

Nesse romance repleto de digressões filosóficas, o escritor se vale da posição privilegiada de Brás Cubas, que, como “defunto autor”, narra as suas desventuras e revela as contradições da sociedade brasileira do século XIX, especialmente por meio da análise aprofundada da psicologia das personagens.

03- os MISERÁVEIS

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O clássico de Victor Hugo que correu mundo em adaptações de cinema e teatro agora em edição especial.
Considerado a obra-prima de Victor Hugo, este romance se desdobra em muitos: é uma história de injustiça e heroísmo, mas também uma ode ao amor e também um panorama político e social da Paris do século XIX. Pela história de Jean Valjean, que ficou anos preso por roubar um pão para alimentar sua família e que sai da prisão determinado a deixar para trás seu passado criminoso, conhecemos a fundo a capital francesa e seu povo, o verdadeiro protagonista.
Na via crucis que é o romance sobre a vida de Valjean, são retraçadas as misérias cotidianas e os dias de glória do povo francês, que fez das ruas seu campo de batalha e das barricadas a única proteção possível contra a violência cometida pela lei.

 

04- GUERRA E PAZ

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Publicado entre 1865 e 1869, Guerra e Paz é mundialmente aclamado como um dos maiores romances jamais escritos. Trata de um imenso e detalhado painel da sociedade russa durante o tumultuado período das guerras napoleônicas, de 1805 (ano da vitória de Napoleão na batalha de Austerlitz) a 1812 (quando ocorrerram a célebre retirada dos franceses durante o inverno e o incêndio de Moscou). Como fio condutor, temos a vida, as misérias e os amores de duas grandes famílias aristocratas. Uma multidão de personagens retrata as diversas camadas do mundo russo, dos camponeses ao tsar, e os protagonistas parecem ter vida própria, tão admirável é a capacidade de Tolstói (1828-1910) de 

representar pessoas psicologicamente complexas e profundas. Por sua ambição e pelas técnicas utilizadas, Guerra e Paz desafiou os parâmetros literários e a própria literatura do seu tempo. Se em seu magnífico romance o autor mostrou o sacrifício, o patriotismo e a grandeza do povo russo, também construiu um monumento à paz. A obra-prima de Tolstói brilha como um livro maior entre milhões de livros, deslumbra como só uma verdadeira obra de arte é capaz de deslumbrar e emociona como só as grandes histórias, contadas pelos grandes narradores, conseguem emocionar.

05- O IDIOTA

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Escrito em meio a crises de epilepsia, perturbações nervosas, viagens - e sob a pressão de severas dívidas de jogo -, 'O Idiota' é um desses livros em que o leitor reconhece de imediato a marca do gênio. Nele, Dostoiévski constrói um dos personagens mais impressionantes de toda a literatura mundial - o humanista e epilético príncipe Míchkin, mescla de Cristo e Dom Quixote, cuja compaixão sem limites vai se chocar com o desregramento mundano de Rogójin e a beleza enlouquecedora de Nastácia Filíppovna.Entre os três se agita uma galeria de personagens de extrema complexidade, impulsionados pelos sentimentos mais contraditórios - do amor desinteressado à canalhice despudorada - conferindo a cada cena uma intensidade alucinante que nunca se dissipa nem perde o foco.

 

Entre os três se agita uma galeria de personagens de extrema complexidade, impulsionados pelos sentimentos mais contraditórios - do amor desinteressado à canalhice despudorada - conferindo a cada cena uma intensidade alucinante que nunca se dissipa nem perde o foco. A tradução de Paulo Bezerra, a primeira realizada diretamente do russo em nosso país, traz para o leitor brasileiro toda a força da narrativa original.

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